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| IMOBILIÁRIO |
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Até
12 de Dezembro
Está em curso um inquérito sobre investidores
online
A
Comissão
do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)
tem em curso, até dia 12 de Dezembro, um
inquérito
dirigido aos investidores online.
Realizado através do site da CMVM, este terceiro
inquérito tem como objectivo definir o perfil
dos investidores online, e por essa via procurar
melhorar as medidas de protecção dos
pequenos investidores.
Dos 2171 questionários considerados válidos
no último inquérito, realizado em
Novembro de 2003, 1920 investidores declararam possuir
conta online, independentemente de deterem ou não
investimentos em bolsa.
Outra das conclusões refere que cerca de
50% dos inquiridos tinham idades entre os 25 e os
34 anos e residiam na Grande Lisboa. No que respeita
ao tipo de valores mobiliários, a preferência
recaiu sobre as acções.  |
Reino
Unido aposta em publicidade na Internet
De acordo com a Associação
de Publicidade do Reino Unido, o investimento
publicitário no sector online deverá
registar um crescimento para os 39,6%, quase triplicando,
apesar das previsões apontarem para um crescimento
mínimo do investimento total em publicidade,
até ao final do ano, naquele país.
Para 2006, a associação prevê
que o crescimento acelere, atingindo um total de
4,4%, tendo em conta os actuais preços de
tabela, e considera que o investimento vai diminuir
nos meios tradicionais, como as revistas de negócios
ou a rádio. Meios como os outdoors
e o cinema também deverão crescer.
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| IMOBILIÁRIO |
Preço
do imobiliário deverá cair 25%
Até
ao final do próximo ano, o mercado imobiliário
português vai registar uma queda de cerca
de 25% nos preços, adiantou à Agência
Financeira, Santos Teixeira, presidente da Sociedade
Gestora Fundos de Pensões SA.
A empresa, especializada em gestão de fundos
de pensões, apresentou na semana passada
a palestra “Economia e mercados financeiros
– uma estratégia para 2006”,
onde se realça um “subponderar”
em imobiliário nacional: “Prevejo
uma baixa nos preços de 25% entre este
e o próximo ano” e no mercado imobiliário
“só estou na Europa de Leste”
salientou o quadro.
Sobre o petróleo, o responsável
defendeu que este não terá “efeitos
importantes” nas economias já que
rondará preços em torno dos 55 dólares
por barril. Por essa via “a inflação
europeia estará na zona dos 2%”,
adiantou o gestor à mesma fonte.  |
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| FINANÇAS |
7
mil empresas investigadas pelo Fisco
Teve início no passado mês de Junho,
uma acção de fiscalização
nacional às empresas que efectuaram retenções
de impostos dos seus trabalhadores e que não
procederam à entrega desse dinheiro aos cofres
do Estado.
A acção, que incidirá sobre
7 mil empresas, tem como objectivo apurar o valor
exacto do imposto retido e não entregue em
2003, que deverá rondar os 27 milhões
de euros.
Com o alargamento da inspecção aos
anos de 2002 e 2004, o valor poderá ainda
mais do que duplicar, fez saber o Fisco.  |
Cheques
disponíveis mais rapidamente
O
Governo
britânico pôs em curso um teste
para se encurtar o período de tempo que os
cheques demoram a ser pagos. Caso seja bem sucedido,
diversos países, incluindo Portugal, podem
vir a adoptar essa medida.
O objectivo passa por evitar o declínio,
cada vez mais acentuado, da utilização
de cheques como forma de pagamentos e transacções,
que têm vindo a ser substituídos por
outros meios de pagamento como os cartões
de débito. Para tal, o Executivo britânico
vai reunir os representantes das instituições
financeiras do país no sentido de verificar
se existe um aumento da procura pelos utilizadores
caso se acelere a rapidez de disponibilidade de
um cheque, que demora normalmente três dias
a ser pago.
De acordo com a APACS,
a Associação Britânica de Pagamentos,
o uso de cheques sofreu forte declínio no
continente europeu, com particular impacto na Holanda,
em Espanha e em Portugal. Na Alemanha, por exemplo,
apenas 1% da população recorre a este
meio. França e Reino Unido continuam a ser
os maiores utilizadores deste meio de pagamento.
A título de curiosidade, o banco britânico
Halifax prevê que, a manter-se o ritmo, os
cheques irão extinguir-se até 2025
no Reino Unido.  |
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| MERCADOS |
Serviços
registam quebra ligeira
De acordo com os dados divulgados pelo Instituto
Nacional de Estatística (INE), Setembro
de 2005 registou uma taxa de variação
homóloga de 0,1%, no volume de negócios
dos serviços, determinada pela evolução
da divisão de comércio por grosso,
reparação de veículos automóveis,
motociclos e bens de uso pessoal e doméstico.
De acordo com o INE, este comportamento fica a
dever-se ao contributo negativo de 1,9 pontos
desta secção de comércio,
que registou uma variação homóloga
de -2,9%.
Destaque para as Actividades imobiliárias,
alugueres e serviços prestados às
empresas com um contributo positivo de 1,1 pontos
percentuais para o índice geral.
As divisões da secção Comércio
por grosso, reparação de veículos
automóveis, motociclos e de bens de uso
pessoal e doméstico, apresentaram todas
elas, a nível desagregado, comportamentos
negativos.  |
| EMPRESAS |
SAG
Gest aumenta lucros em 5,3%
Nos
primeiros nove meses de 2005, a SAG
Gest obteve um resultado líquido de
11,9 milhões de euros, mais 5,3% face a
igual período do ano passado. De acordo
com a empresa, esta subida reflecte o “aumento
significativo” do contributo ligado ao Aluguer
Operacional de Viaturas e ao Financiamento Automóvel.
No final do terceiro trimestre de 2005, a SAG
registou um volume de negócios consolidado
de 535,6 milhões de euros, 5,1% acima do
valor verificado em igual período de 2004.
Na área da distribuição automóvel,
a SIVA registou crescimentos sustentados nas vendas
de viaturas de passageiros das marcas Skoda e
Audi, com aumentos no terceiro trimestre de respectivamente
24,2% (904 viaturas vendidas) e 13,7% (1.672 viaturas
vendidas). 
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